segunda-feira, 13 de março de 2017

Private Practice

Hello pessoas da internet, tudo bom??

Ai galerinha, quem aqui não ama serie? Alguém aqui já viu Grey’s Anatomy? Se sim, esse post é para você, e se não é uma grande oportunidade de você começar a ver essa maravilha.

Private Practice: muito além de Grey’s Anatomy



Grey’s Anatomy é sem dúvidas um grande sucesso da TV. Hit há doze anos, a série reúne gerações. Porém, o que parte de seu público não sabe é que a série possuiu um spin-off durante seis anos. Calma, se você ainda está perdido eu explico: spin-off é quando uma série é estrelada por personagens de outra série, se passam no mesmo universo, e tem personagens transitando entre si. No caso de Grey’s, essa expansão foi estrelada pela dra. Addison Montgomery (Kate Walsh), e mostrou um outro lado da ruiva que não víamos em Seattle. E hoje relembraremos dela aqui no Memórias em Série.

Private Practice teve seis temporadas, entre 2007 e 2013, e mostrou ao público o que Addison fez, logo depois de largar o – então – Seattle Grace Hospital. Escrito por Shonda Rhimes, a série estourou nas noites de quinta, fazendo dobradinha com a sua série “mãe” e se tornando um “câncer” para a concorrente E.R. – Plantão Médico, que ainda era exibida às 22h na NBC. E engana-se quem achava que Private Practice tinha uma carga tão dramática como a de Grey’s. Em contraste com as chuvas de Seattle, o sol de Los Angeles mudou bastante a vida de sua protagonista. Quando Addison chegou em Seattle ela era mulher com um passado complicado, e completamente ligada ao marido. Em Private Practice, a evolução da personagem é algo a se notar. O amadurecimento de Addison é, talvez, o grande protagonista da série. Nós assistimos Addison a fazer escolhas que mudaram sua vida para sempre, mas tivemos a chance de vê-la recomeçar e tentar reparar muitos erros que já havia cometido.


A dinâmica da série era menos agitada que a de Grey’s. Focada em uma clínica particular, gerenciada por sua amiga Naomi (Audra McDonald), Private Practice apresentava casos simplórios mas coesos a seu tamanho, podendo as vezes chegar a cargas dramáticas incríveis. Porém, havia uma leveza, uma sutilidade, tanto nas cores quanto no texto da série, que fazíamos acreditar que tudo, no final, ia acabar bem.
As especialidades dos coadjuvantes como psiquiatria, especialidades em fertilizações e tratamentos homeopatas, davam margem para casos que não viam muito espaço em Grey’s Anatomy, dando a Private Practice pontos extras. Damos destaque para a Violet de Amy Brenneman, que roubou a série muitas vezes – incluindo o momento em que ela tem o seu bebê roubado de dentro de sua barriga (sim, coisas de Shonda Rhimes). A uróloga e sexóloga, Charlott King, interpretada pela belíssima KaDee Strickland, que fez par com o Cooper de Paul Adelstein… E até mesmo Amélia Shepherd (Caterina Scorsone), que antes de abrilhantar os corredores do Grey Sloan Memorial Hospital, passou por maus bocados como a neurocirurgiã que tinha problemas com drogas.

  Aliás, ressalto que, Amélia protagonizou um dos grandes momentos do show, na quinta temporada, com um episódio que mostrou todos os personagens fazendo uma intervenção ao vício da médica.  Mas indo além, a série deu oportunidade para temas como aborto, paternidade, adoção, e problemas neurológicos/psiquiátricos, que muitas vezes ainda gerava um certo tabu na TV.
Vimos a luta de Addison para conseguir ter um filho, de todas as formas. E, também, a busca pela tão sonhada felicidade ao lado de alguém. E foi em Jake (Benjamin Bratt), que Addison terminou de se reconstruir. Relembro de uma passagem, quando a Dra. Montgomery descobre que Mark havia morrido em Grey’s Anatomy, que ela se abre por completo para o então namorado, e diz o quão ela acha seu passado feio e complicado, por ser uma traidora. Jake, com toda sua serenidade, disse que não a achava uma traidora, e sim uma pessoa que havia traído uma vez. Isso não a fazia uma traidora, e sim uma pessoa que erra, como qualquer outra. O texto de Private Practice era incrível por pequenos detalhes, que faziam de cada episódio um espetáculo a parte.

Ah, e não podemos escrever dos intensos crossovers com Grey’s Anatomy. Assistindo Grey’s, quando Addison aparecia em episódios aleatórios, você sentia que a história não tinha final, ou que ficava faltando algo? Pois é, elas geralmente terminavam nos episódios de Private Practice. Além disso, era muito comum ver personagens como Mark e Bailey circularem por Los Angeles. Um prato cheio para os fãs do drama médico.

Se você está em busca de uma boa maratona, e ainda não conferiu este spin-off de Grey’s Anatomy, trate já de dar uma chance a série – que vem sendo o tema de diversas petições na internet para sua inclusão do catálogo da Netflix.

E para os que já assistiram, fica a saudade de um show que soube passar sua mensagem de forma clara, e mostrou para o público que sempre há uma chance de recomeçar.

sexta-feira, 10 de março de 2017

Comprando chinelos SLIDE na internet

Hello pessoas da internet, tudo bom??

JESUS, depois de meses sem postar aqui (mudanças aconteceram), voltei! Com planos novos para o blog, com posts novos, temas e por ai vai...

Então borá para o post? !

Gente, como esses chilenos estão super na moda né? Acho que quase todas as meninas hoje em dia têm um desse no armário (Menos você Jack (minha amiga), você é a única que eu conheço que não têm. mas deveria ter. #ficaadica). Enfim voltando, eles são lindos e muito estilosos. E o post de hoje é uma dica de onde comprar eles <3

Onde comprar eles? aqui vai alguns sites pra comprar esse maravilhoso chinelo SLIDE na internet 

1. Slide Adidas Adilette da NetShoes
2. Slide Boquinha da 
Schutz
3. Slide Verniz Azul da
 Arezzo
4. Slide Stay Cool da 
OqVestir
5. Slide Escrito da 
Schutz
6. Slide Rosinha Quartzo da 
Arezzo
7. Slide Glam PB da
 Arezzo
8. Slide Prateado da 
Dafiti
9. Slide Listras da 
Dafiti
10. Slide Tramado Bege da 
Anacapri
11. Slide Love Kiss Brenda Lee da 
Passarela
12. Slide Melissa Beach da
 Loja Virus
13. Slide Listradinho da 
Schutz
14. Slide Transparente da 
Schutz
15. Slide Branco Usaflex da 
Dafiti



Muitos chinelinhos diferentes, né? Temos os mais clássicos, como o da Adidas (é uma fofura e combina com todos os looks), que abre a nossa lista, o preto e prateado do número 7, os de cor única em tons candy (tão legais!) Os números 3, 6 e 12, além dos branquinhos nos números 10 e 15 e até do transparente com telinha no número 14.

Agora vamos confessar: os estampados ou com frases e palavras são nossos queridinhos! O número 2 de boquinha é uma graça, o 4 atualiza qualquer look e o número 11 é super fofo. <3

E o seu favorito, qual é? Conta aqui nos comentários, vou adorar saber!!